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Presidenciáveis 2018: o que os candidatos à Presidência vão enfrentar no ramo da Administração Pública

por Helena publicado 05/09/2018 08h20, última modificação 05/09/2018 08h23

O Conselho Federal de Administração, em parceria com o Jornal de Brasília, vai analisar os programas de governos dos candidatos à Presidência da República sob o viés da gestão. O leitor poderá acompanhar uma análise dos principais pontos relacionados à Administração Pública, Economia, práticas éticas e morais e temas conexos à área de Administração. Ele poderá ter em suas mãos, ou nas plataformas digitais, conteúdos elaborados por jornalistas e supervisionados por administradores de empresas. O conteúdo será disponibilizado no jornal impresso ou nas plataformas digitais.

A primeira parte deste projeto colaborativo será o uso do ABCDE da Gestão Pública, desenvolvido pelo Conselho Federal de Administração (CFA). Nele estão contemplados pontos fundamentais defendidos pelos presidenciáveis, cuja análise pelo próprio eleitor, certamente vai ajudar a esclarecer as propostas dos candidatos e colaborar com a escolha de um nome.

As áreas a serem trabalhadas foram escolhidas com base nos planos de governo apresentados pelos candidatos e que sejam relevantes à sociedade. Ao todo, são 12: Saúde; Educação; Privatizações; Programas Sociais; Previdência Social; Reforma Trabalhista; Segurança Pública; Teto dos Gastos Públicos; Política Econômica; Geração de Empregos; Meio Ambiente; Gestão; e Combate à Corrupção.

Acompanhe a data de análise da proposta dos presidenciáveis:

  • Alvaro Dias (Podemos): 04/09
  • Ciro Gomes (PDT): 05/09
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 06/09
  • Guilherme Boulos (PSOL): 10/09
  • Henrique Meirelles (MDB): 11/09
  • Jair Bolsonaro (PSL): 12/09
  • João Amoêdo (Novo): 13/09
  • Marina Silva (Rede): 14/09

Obs: não serão feitas as análises dos programas de Cabo Daciolo (Patriota), Vera (PSTU) e João Goulart Filho (PPL) porque eles não alcançaram percentuais acima de 0% nas últimas pesquisas. Quanto ao programa do PT, enquanto não houver definição efetiva do candidato, a análise está prejudicada.

Acesse o link: O desafio de gerir o Brasil do futuro

 

Comunicação do CFA

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